Festivais e Números (EDIÇÃO 01, ANO 01, DATA: 05/03/2018)
A Maior pesquisa anual sobre Festivais nacionais, é divulgada.
A Maior pesquisa anual sobre Festivais nacionais, é divulgada.
O número
de Festivais realizados em nosso País cresce significadamente a cada ano, e
isso é muito bom.
Quanto
mais melhor, assim mais oportunidades, mais encontros, mais inclusão cultural,
mais premiados, mais exibições, mais diversidade. Enfim, MAIS MAIS.
E com
novos Festivais surgindo a cada ano, seria importante e necessário um estudo
anual, relatando todos FESTIVAIS E MOSTRAS realizados durante o ano, concorda?
Pois
então, esse estudo existe, e já está em sua segunda edição.
Realizada
pelo pesquisador e produtor Paulo Corrêa.
A
pesquisa aborda o processo de virtualização dos
festivais audiovisuais brasileiros, por meio das inscrições de filmes, formatos
e tipos mais utilizados dentro do ano de 2017.
A
internet trouxe novas possibilidades de atualização, de criar um determinado
contexto para os eventos audiovisuais, na qual esses eventos passam a ter suas
pernas dentro desse novo campo: suas etapas agora, desde a atualização de
notícias até às inscrições de filmes, são virtualizadas em
alguma instância.
A
tentativa é situar a atuação (ou no caso, uma de suas formas) do processo de virtualização nas
etapas de realização dos festivais.
O
principal material de estudo são os festivais que abriram processo de submissão
de obras. Foram consideradas a inclusão de festivais e mostras brasileiros
realizados em solo nacional, que abriram inscrições para filmes e que suas
etapas (inscrições → curadoria → realização da programação) aconteceram em
2017.
A
pesquisa é uma atualização do estudo referente ao ano de 2016, “Festivais de
Cinema e a Internet: uma breve análise por meio dos formatos de submissão de
filmes”, que aborda os formatos de inscrições usados pelos Festivais em 2016.
Para ver
o estudo completo, acesse: https://issuu.com/pauloluzcorrea/docs/os_festivais_audiovisuais_em_2017_-
FACEBOOK: O poderio dessa rede social é tão
grande que certos eventos não possuem website mas
apenas uma página específica onde direcionam-se a seus públicos-alvo. Outra
vantagem são as páginas que dividem conteúdo especializado em festivais, caso
da “Tô Dentro”, por
exemplo. Mas o principal fato positivo do Facebook são os
grupos e discussões voltados para produção audiovisual regional, onde sempre
aparece alguma coisa. É uma forma de preencher essas lacunas territoriais do
Brasil e se atentar para os contextos regionais. (Paulo Corrêa)
Meu interesse por festivais começou em 2012, quando tive
o primeiro contato com um evento do tipo: o Curta Santos – Festival de Cinema
de Santos. Foi uma semana de diversidade fílmica, com longas, curtas-metragens
e debates. Nas edições seguintes esse panorama se manteve, e eu sempre saía
satisfeito de cada sessão.
Anos mais tarde, dentro do último ano da faculdade de
cinema, produzi junto com amigos alguns curtas-metragens, e era consenso que
não poderíamos deixar os filmes morrerem engavetados. Começamos a procurar onde
os curtas poderiam ser exibidos, lembramos do Curta Santos e decidimos entrar
no circuito dos festivais: listamos uma série de eventos no Brasil com
possibilidade de inscrição, separamos documentação, informações do filme,
características de cada festival e mostra. No início, o responsável por cada
obra era também o responsável por inscrever seu próprio filme, mas com o tempo
eu passei a centralizar toda essa dinâmica. Continuei essa catalogação por
quase dois anos.
(Paulo Corrêa)
Dos mais
de 330 eventos sediados em solo brasileiro, a Região Sudeste obtém 47% a Região
Nordeste vem atrás com pouco menos da metade com relação à Sudeste: 21%; a
Região Sul com 14%, seguido da Centro-Oeste, com 11%; a Região Norte e os
festivais inter-regionais (que acontecem simultaneamente em mais de um estado)
estão com 3%, e os exclusivamente online com 1%.
Para ver a Matéria completa na REVISTA TÔ DENTRO, acesse: https://issuu.com/todentro/docs/a_revista_show_okey



Nenhum comentário:
Postar um comentário