terça-feira, 13 de março de 2018

Festivais e Números

Festivais e Números (EDIÇÃO 01, ANO 01, DATA: 05/03/2018)

A Maior pesquisa anual sobre Festivais nacionais, é divulgada.
O número de Festivais realizados em nosso País cresce significadamente a cada ano, e isso é muito bom.
Quanto mais melhor, assim mais oportunidades, mais encontros, mais inclusão cultural, mais premiados, mais exibições, mais diversidade. Enfim, MAIS MAIS.
E com novos Festivais surgindo a cada ano, seria importante e necessário um estudo anual, relatando todos FESTIVAIS E MOSTRAS realizados durante o ano, concorda?
Pois então, esse estudo existe, e já está em sua segunda edição.
Realizada pelo pesquisador e produtor Paulo Corrêa.
A pesquisa aborda o processo de virtualização dos festivais audiovisuais brasileiros, por meio das inscrições de filmes, formatos e tipos mais utilizados dentro do ano de 2017.
A internet trouxe novas possibilidades de atualização, de criar um determinado contexto para os eventos audiovisuais, na qual esses eventos passam a ter suas pernas dentro desse novo campo: suas etapas agora, desde a atualização de notícias até às inscrições de filmes, são virtualizadas em alguma instância.
A tentativa é situar a atuação (ou no caso, uma de suas formas) do processo de virtualização nas etapas de realização dos festivais.
 O principal material de estudo são os festivais que abriram processo de submissão de obras. Foram consideradas a inclusão de festivais e mostras brasileiros realizados em solo nacional, que abriram inscrições para filmes e que suas etapas (inscrições → curadoria → realização da programação) aconteceram em 2017.
A pesquisa é uma atualização do estudo referente ao ano de 2016, “Festivais de Cinema e a Internet: uma breve análise por meio dos formatos de submissão de filmes”, que aborda os formatos de inscrições usados pelos Festivais em 2016.

Para ver o estudo completo, acesse: https://issuu.com/pauloluzcorrea/docs/os_festivais_audiovisuais_em_2017_-

FACEBOOK: O poderio dessa rede social é tão grande que certos eventos não possuem website mas apenas uma página específica onde direcionam-se a seus públicos-alvo. Outra vantagem são as páginas que dividem conteúdo especializado em festivais, caso da Dentro”, por exemplo. Mas o principal fato positivo do Facebook são os grupos e discussões voltados para produção audiovisual regional, onde sempre aparece alguma coisa. É uma forma de preencher essas lacunas territoriais do Brasil e se atentar para os contextos regionais. (Paulo Corrêa)



Meu interesse por festivais começou em 2012, quando tive o primeiro contato com um evento do tipo: o Curta Santos – Festival de Cinema de Santos. Foi uma semana de diversidade fílmica, com longas, curtas-metragens e debates. Nas edições seguintes esse panorama se manteve, e eu sempre saía satisfeito de cada sessão.
Anos mais tarde, dentro do último ano da faculdade de cinema, produzi junto com amigos alguns curtas-metragens, e era consenso que não poderíamos deixar os filmes morrerem engavetados. Começamos a procurar onde os curtas poderiam ser exibidos, lembramos do Curta Santos e decidimos entrar no circuito dos festivais: listamos uma série de eventos no Brasil com possibilidade de inscrição, separamos documentação, informações do filme, características de cada festival e mostra. No início, o responsável por cada obra era também o responsável por inscrever seu próprio filme, mas com o tempo eu passei a centralizar toda essa dinâmica. Continuei essa catalogação por quase dois anos.
(Paulo Corrêa)


Dos mais de 330 eventos sediados em solo brasileiro, a Região Sudeste obtém 47% a Região Nordeste vem atrás com pouco menos da metade com relação à Sudeste: 21%; a Região Sul com 14%, seguido da Centro-Oeste, com 11%; a Região Norte e os festivais inter-regionais (que acontecem simultaneamente em mais de um estado) estão com 3%, e os exclusivamente online com 1%.


Para ver a Matéria completa na REVISTA TÔ DENTRO, acesse: https://issuu.com/todentro/docs/a_revista_show_okey







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